Gestão do trabalho de fornecedores: saiba como fazer!

É comum vermos as empresas empregarem grandes esforços para administrar bem a relação com o cliente — e isso é essencial para conquistar o mercado e alavancar os negócios. Porém, na outra ponta deste processo, a gestão de fornecedores que, embora também seja fundamental para o sucesso de uma companhia, nem sempre recebe a mesma atenção.

Pense e responda: como é a gestão do trabalho de fornecedores na sua empresa? Vocês utilizam processos eficientes para se relacionar melhor com este grupo e superar os desafios que esse gerenciamento exige?

Hoje, falaremos exatamente sobre as melhores formas de fazer a gestão do trabalho de fornecedores. Continue a leitura e descubra estratégias valiosas para garantir os melhores resultados!

1.  Organize seus processos internos

Uma boa gestão de fornecedores começa com a organização dos seus processos internos. Isso permite que o gestor compreenda as demandas e saiba comprar no momento certo, evitando interromper a produção ou as vendas.

A tecnologia pode ajudá-lo a ter uma visão mais ampla do negócio, garantindo o alinhamento entre vendas, produção e da necessidade de suprimentos. Dessa forma, é possível negociar com fornecedores, garantir o abastecimento em períodos de maior ou menor demanda e obter condições vantajosas.

2. Calcule o custo de toda a cadeia envolvida

Independentemente do seu negócio ser baseado em produção ou revenda, é fundamental calcular com exatidão todos os custos envolvidos nos processos, desde o momento em que a empresa desenvolve um produto até ele chegar às mãos do consumidor.

Ao realizar esse cálculo, o gestor pode perceber que contratos que ele considera muito vantajosos requerem, na verdade, um pouco mais de atenção. Custos relacionados à logística, por exemplo, quando adicionados ao preço de um item, podem torná-lo uma opção menos interessante do que parecia a princípio.

3. Ciclo financeiro recomendado

O recomendado é que o estoque deve armazenar os itens utilizados para a venda e produção, e não o capital de giro da empresa. Os recursos disponíveis para investimentos e operações são limitados, e por isso eles não podem ficar confinados nas prateleiras.

Portanto, é fundamental que o gestor conheça o giro típico do negócio para não comprometer todo o seu capital em compras que podem necessitar de um prazo muito longo para serem convertidas em recursos financeiros novamente.

4. Considere a relação custo-benefício

Ao avaliar um fornecedor, é importante considerar não só o preço oferecido. Atrasos na entrega e fornecimento de mercadorias avariadas também acarretam prejuízos, e um item barato pode representar, na verdade, uma grande perda.

Analise todos os aspectos antes de optar por um fornecedor: a qualidade, pontualidade, prazos e disponibilidade para atender sua empresa, o cuidado e organização com os pedidos e a logística, bem como a disposição para flexibilizar condições para atendê-lo, são tão importantes quanto o preço.

5. Conheça a logística do fornecedor

É importante considerar também aspectos referentes à logística do seu fornecedor. Eles vão determinar prazos, condições de entrega e de armazenamento.

Não se esqueça ainda de ficar atento a problemas relacionados a questões externas — como a ocorrência de chuvas, dificuldades relacionadas à utilização de rodovias e temperatura — para avaliar o impacto de cada um deles sobre a sua cadeia de suprimentos.

O conhecimento desses fatores pode ajudar o empresário a planejar suas compras no período suficiente para garantir o equilíbrio do estoque. Sem esse cuidado, ele corre o risco de enfrentar rupturas ou ter um estoque excessivo que causa prejuízo.

6. Aposte na automação

A gestão de fornecedores inclui fiscalizar entregas e garantir que os pedidos estejam em dia. Durante muito tempo, a alternativa para esta atividade foi o controle por meio de uma agenda.

Felizmente, hoje o mercado dispõe de recursos muito mais eficientes. Sistemas integrados podem garantir a otimização desse processo, tornando-o inteligente e adequado à demanda registrada pela empresa.

Por meio dessas ferramentas, as informações relacionadas às vendas, produção e estoque são combinadas em tempo real. Elas podem ser configuradas para estabelecer limites mínimos e máximos de estoque e emitir alertas de que é necessário realizar compras e garantir o suprimento, mesmo que isso aconteça antes do prazo esperado.

Entendeu como essas estratégias podem contribuir para uma gestão de fornecedores produtiva e eficiente? Sua empresa adota essas ou outras medidas? Compartilhe sua experiência conosco nos comentários e participe!

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