Gestão da cadeia de suprimentos: 5 boas práticas

Quando o assunto é a gestão da cadeia de suprimentos, muitos imaginam que se trata de uma responsabilidade do setor de compras da empresa. Em partes, é verdade. Mas não é só isso!

Para que a cadeia de suprimentos seja eficaz, é preciso ter em mente que cada setor tem um papel importante – desde Compras, passando por Marketing, Tecnologia da Informação (TI) e Recursos Humanos (RH), até o Jurídico.

Em uma cadeia de suprimentos, são muitas as atividades envolvidas, como a seleção de fornecedores, negociação contratual e compra de mercadorias e/ou serviços. Sendo assim, compras é uma das etapas no processo mais abrangente.

Deseja entender mais sobre a boa gestão de cadeia de suprimentos? Então, veja do que isso se trata e aprenda 5 boas práticas que podem melhorar os seus processos nessa área!

O que é a gestão da cadeia de suprimentos?

Também chamada de Supply Chain Management, essa gestão vai muito além da logística de bens e serviços, etapas de compras, estocagem e vendas. A ideia central é garantir os suprimentos vitais, alinhando-os aos objetivos e às estratégias de uma organização.

Para tanto, vários setores devem estar envolvidos no processo e muito bem integrados, por exemplo:

  • Compras, Estoque e Vendas;
  • Marketing, atuando em conjunto com o setor de Vendas;
  • Jurídico, garantindo o gerenciamento de contratos e o relacionamento da empresa com os fornecedores;
  • Tecnologia da Informação (TI), trazendo as melhores ferramentas tecnológicas para otimizar e automatizar os processos.

Parece um desafio e tanto, não é mesmo? Para simplificar essa complexa tarefa, descubra algumas práticas para melhorar a sua gestão da cadeia de suprimentos:

5 boas práticas para a cadeia de suprimentos

1. Alinhamento com fornecedores

Uma gestão de cadeia de suprimentos deve assegurar a melhor comunicação possível para os seus fornecedores. Tudo precisa estar bem alinhado: as políticas da empresa; as diretrizes da relação de compra e venda; os preços acordados; os prazos de entrega dos insumos ou serviços; o nível de qualidade esperado nas entregas etc.

A boa comunicação com fornecedores evita conflitos e também fortalece a parceria. Além disso, busque medir constantemente a qualidade desses profissionais por meio da gestão do trabalho de fornecedores, qualificando ainda mais a sua rede.

2. Criação de canais de comunicação

Com tantos setores e atores envolvidos na cadeia de suprimentos, é preciso bons canais de comunicação. O gestor deve integrar suas equipes e controlar cada etapa do processo. Não só as atividades executadas na operação, mas até mesmo o planejamento estratégico da gestão deve estar bem alinhado com todos.

Para isso, nada melhor do que uma comunicação eficiente – isto é, objetiva, constante e transparente. Todos devem ter a clareza de suas responsabilidades e como cada área afeta diretamente nas expectativas e nos resultados da empresa.

3. Implantação de políticas de ética e compliance

Outra boa prática é estabelecer políticas de conformidade legal e ética. É importante compartilhar a importância do cumprimento da legislação e os regimentos internos sobre as relações comerciais da empresa, garantindo sempre uma atividade idônea e transparente.

Estabelecer uma política de compliance ajuda a:

  • Gerenciar melhor as equipes e os stakeholders, garantindo os padrões de qualidade;
  • Selecionar fornecedores competentes e responsáveis;
  • Monitorar processos e contratos, evitando atos ilícitos;
  • Corrigir eventuais irregularidades ou falhas na cadeia de suprimentos.

 

4. Atenção nas tendências de mercado

Estar atento e monitorar frequentemente as tendências do mercado é algo fundamental. É preciso entender desde questões sobre hábito de consumo e mudanças comportamentais ao longo do tempo, até metodologias mais modernas, usadas no mercado de suprimentos.

A Internet das Coisas (IoT), por exemplo, é uma forte tendência que ajuda a reduzir custos e otimizar a logística, permitindo um maior controle sobre todos os processos da cadeia de suprimentos – desde o momento em que um produto sai do fornecedor até a chegada ao comprador.

Com a tecnologia, os produtos são conectados à internet, o que permite monitorar a sua localização e movimentação ao longo da cadeia de suprimentos. Também é possível fazer contagem de inventário, conferência dos pedidos, análise de estoque – tudo em tempo real, o que dá mais eficiência aos processos.

5. Uso de ferramentas tecnológicas

Outra tendência que tem se tornado uma prática cada vez mais necessária é o uso da tecnologia. Um processo complexo e extenso, como a gestão da cadeia de suprimentos, requer o apoio de ferramentas tecnológicas.

Muitos setores têm apostado no uso de tecnologias para auxiliar na gestão de contratos. No segmento jurídico, ferramentas podem auxiliar no controle de prazos e contratos com seus fornecedores, por exemplo.

Otimizar tarefas que estão ocupando um tempo precioso – e que poderia ser gasto em outras atividades – é sempre uma boa saída, independentemente da área em que você atua!

E você? Tem adotado algumas dessas práticas? Com elas, é possível ter total controle da cadeia de suprimentos, otimizando significativamente a atividade. Deseja melhorar ainda mais as estratégias? Então, veja como uma boa gestão de contratos de fornecedores pode ser útil para aumentar sua performance!

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