Gerenciamento de disponibilidade: como focar no seu negócio?

O gerenciamento de disponibilidade vem ganhando cada vez mais importância na TI, acompanhando o valor do uso de dados em decisões de negócio. Como você vem preparando a sua empresa para lidar com esta questão?

Neste post, vamos abrir uma discussão sobre o assunto, conversando sobre os três pontos principais que envolvem a excelência nesse sentido: o papel da TI na disponibilidade do sistema, os riscos de um mau gerenciamento e as possibilidades com a terceirização. Vamos começar?

Como o gerenciamento de disponibilidade vem ganhando cada vez mais importância

O nível de gerenciamento de disponibilidade em uma empresa depende muito de alguns fatores, entre eles a complexidade de sua infraestrutura de TI e os serviços escolhidos para mantê-la.

Mas, seja qual for o tamanho e a abrangência do seu sistema, algo comum de todas as empresas é que o valor da confiabilidade de processos tecnológicos está se tornando cada vez mais importante.

Essa é uma questão fundamental da TI do futuro: disponibilidade significa produtividade, tomada de decisões e reação a crises e falhas. Os gestores da área se tornam fundamentais para a viabilidade do negócio como um todo.

Esse é um papel muito mais estratégico do que de suporte; é preciso assumi-lo o quanto antes para dar essa vantagem competitiva à sua empresa.

Como a falta de gerenciamento pode prejudicar não só a TI

Talvez esse seja o ponto principal nessa discussão: soluções tecnológicas não podem mais ser pensadas como um escopo fechado dentro da própria TI. Ela vai gerir o funcionamento de toda a empresa.

Como você sabe, o downtime mensal é uma das métricas mais importantes de serem acompanhadas pela TI, já que são um resultado direto da qualidade de gestão no setor. Mas é importante lembrar que, mesmo que o sistema esteja ativo, uma disponibilidade parcial compromete a performance do sistema e, por consequência, o desempenho de todos os usuários.

E ainda há a questão de desperdício de recursos, aumento do retrabalho e sobrecarga de usuários pelo desenho ineficiente de processos que precisam se adaptar à precariedade da infraestrutura oferecida. Pesquisas revelam, por exemplo, que as indisponibilidades custam até 700 bilhões de dólares todos os anos para os negócios.

Mas esse não é apenas um problema prático; ele passa por questões estratégicas. A falta de disponibilidade de acesso e processamento de dados do negócio pode atrapalhar uma visão de mercado para todas as diretorias.

Isso resulta em uma comunicação falha entre setores. A sintonia entre processos, com um fluxo otimizado e correlacionado de coleta e análise de informações, será o segredo para o sucesso no futuro.

Como a terceirização pode ser a resposta certa para o futuro

Mas, como falamos, a TI não pode mais se resumir a um departamento de apoio. O importante, além de garantir a disponibilidade da infraestrutura, é implementá-la com sucesso e otimização dentro da produtividade de todos os departamentos.

Isso só é possível com a terceirização desse gerenciamento. Quando uma empresa contrata um parceiro tecnológico, é ele que fica responsável por manter e garantir uma oferta de recursos contínua e eficiente.

Com o gerenciamento de disponibilidade terceirizado, o gestor de TI tira esse peso dos ombros e tem suas mãos livres para assumir a importância que citamos lá no começo: o profissional da área hoje é um estrategista, alguém que escolhe as melhores soluções tecnológicas e as transforma em resultados práticos na rotina de um negócio.

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